Uma cachaceira (mais do que) safada em: Gosto popular

22 ago

Muito apreciada e aclamada, a caipirinha é uma bebida que faz sucesso por todo o mundo. Que nem a Bia, que caiu no gosto tanto de homens quanto mulheres. Será que quando acabar de ler a história você vai querer uma bebida ou a nossa #cachaceirasafada? Pra começar sua semana bem gostoso, mais uma história da série da nossa musa boêmia.

Por Elaine Mesoli

Era a tarde de uma quarta-feira. O dia tinha amanhecido nublado, mas ao longo do dia esquentou e até deu para ir à praia.  No momento em que cheguei em casa, meio tonta por causa das caipirinhas que eu adoro beber cada vez que vou ver o mar, o telefone tocou. Já havia tirado a roupa e assim mesmo caminhei até o telefone.

Era um cliente e perguntou se eu poderia realizar a fantasia de sua esposa. Ela faria 30 anos e ele queria surpreendê-la. Respondi que não havia problema. O combinado era que eu iria à festa dela e faria amizade. Daí depois que todos saíssem nós continuaríamos a “comemoração”.

Ela possuía uma beleza mediana. Morena, rosto jovial, óculos bem discreto. Usava um tubinho preto que ia ate abaixo dos joelhos. Voz firme, boca carnuda e vermelha. Tentadora. Logo me ofereceu algo pra beber. Tinha um bartender fazendo uns drinks no bar improvisado e, para continuar o que já estava bebendo, pedi que fizesse uma caipirinha. Conhecida internacionalmente, é uma bebida simples e refrescante. Em casa, para fazê-la, utilizo diversas variações de cachaça. Gosto de novos sabores.

De onde eu estava podia ver claramente o volume de seus seios no decote comportado. Fiquei excitada, não posso negar. Seu marido acompanhando meu olhar, chegou por trás abraçando-a. Percebi que ela gostou do roçar dele, mas se afastou ruborizada. Era tímida, mas seu semblante prometia.

Fiquei esperando a festa terminar. Quando o salão estava quase vazio, notei que ela perguntou o que eu ainda fazia ali, ao passo que a resposta foi de que eu tinha um presente, mas que só lhe daria quando todos tivessem ido embora.  Foi aí que ela se aproximou e começamos a conversar. Chamei-a para ir ao banheiro comigo. Ela me levou ao que existia em seu quarto. Era o que eu queria. Incentivada e quente pela cachaça da caipirinha a beijei. Não houve resistência. Boca suave. Doce. Macia.  Minha calcinha umedeceu imediatamente.

Aos poucos chegamos até a cama. Perdemos a noção do tempo. Foi quando meu amigo chegou à porta do quarto e ela me empurrou assustada. Ele a acalmou e disse que ficaria ali, sentado. Somente observaria. Eu era o presente dela. Abracei-a novamente e fiquei ali cheirando seu cabelo e sentindo seu corpo junto ao meu.  Minhas mãos desceram por suas costas abrindo o zíper de seu vestido.

Ela parecia já ter esquecido a presença de seu marido na poltrona no canto do quarto. Estava entregue e gemendo com os toques ousados enquanto a beijava.

Meu dedo a invadiu antecipando minha boca. Estava molhada. Era assim que eu queria. Sentir esse sabor doce junto ao sabor meio acre do limão. Mistura deliciosa. Sempre que percebia o gozo iminente parava. Não queria brevidade. Lambia. Sugava e a cada vez ficava ainda mais gostoso. Com as mãos livres alisava seus seios. Ela arfava e gemia. Enquanto gozava pedia para que eu não parasse. Foi o único momento em que me tocou. Gozamos as duas.

Nessa hora seu marido chegou ao seu lado e começaram a fazer amor. Meu papel ali tinha acabado. Vesti minha roupa. Estava duplamente satisfeita. Sai sem dizer nada. Meu dinheiro e um taxi estavam à minha espera.

Apreciando sem moderação!

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